Moradores da Barra e permissionários da Ceasa pedem apoio à Câmara

Sessão conduzida por Carlos Muniz e Cláudio Tinoco teve relatos sobre abandono na Ceasa e transtornos causados por eventos na Barra

Moradores da Barra e permissionários da Ceasa pedem apoio à Câmara

Foto: Antonio Queirós

20/10/2025 - 16:56

A sessão ordinária desta segunda-feira (20), aberta pelo presidente da Câmara, vereador Carlos Muniz (PSDB), e encerrada por Cláudio Tinoco (União), foi marcada por pedidos de apoio de moradores da Barra e de permissionários da Ceasa de Simões Filho aos vereadores de Salvador.

Na Tribuna Popular, o diretor de Comunicação da Associação de Moradores e Amigos da Barra (AmaBarra), Waltson Santos, destacou a necessidade de um olhar mais atento por parte dos parlamentares para a realidade que “tanto incomoda os moradores da região”.

“Eventos que começaram de forma tímida no Porto da Barra hoje ocorrem praticamente todos os finais de semana, o que, para os moradores, em diversos aspectos, representa uma situação muito ruim e que precisa ser revista”, conclamou.

Já Márcio Roberto, presidente da Associação dos Permissionários da Ceasa, descreveu um cenário de abandono por parte da gestão estadual.

“Temos enfrentado problemas de abandono e desabastecimento ao longo dos anos. A Ceasa é palco de dificuldades de infraestrutura e de questões sociais, o que tem gerado preocupações sobre o futuro da instituição e dos trabalhadores. Por isso, contamos com a sensibilidade desta Casa”, apelou, solicitando a realização de audiências públicas.

Corroborando a demanda da AmaBarra, o vereador Maurício Trindade (PP) enfatizou que o bairro se transformou em “uma grande casa de eventos a céu aberto, onde a lei não é cumprida, em especial a do silêncio”. A líder da oposição, vereadora Aladilce Souza (PCdoB), reforçou o posicionamento de Trindade ao relatar as dificuldades de se morar na Barra, acompanhada pelo vereador Daniel Alves (PSDB).

Conforme Daniel Alves, entretanto, sua fala se concentrou na situação da Ceasa, que ele disse ter presenciado de perto, envolvendo cerca de 1.200 comerciantes. “Presenciei completo abandono, que afeta cerca de 5 mil empregos diretos e indiretos, e algo precisa ser feito”, afirmou o vereador, sugerindo encaminhar o caso ao Ministério Público do Estado da Bahia para apuração de possível má gestão de recursos públicos e improbidade administrativa.


Fonte da notícia: Diretoria de Comunicação

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