Aladilce Souza comemora regulamentação da Lei Aldir Blanc

Vereadora e ouvidora-geral da Câmara realizou três audiências para discutir a situação da cultura em Salvador

Aladilce Souza comemora regulamentação da Lei Aldir Blanc

Foto: Antonio Queirós

18/08/2020 - 14:25

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou a regulamentação da Lei nº 14.017/2020, também conhecida como Lei Aldir Blanc, que preconiza o repasse de verbas para pagamento de auxílio emergencial aos artistas e profissionais da cultura, setor que foi gravemente afetado com a pandemia da Covid-19. A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) comemorou a sanção.

A parlamentar, que também é ouvidora-geral da Câmara Municipal de Salvador, reuniu-se com os profissionais da cultura e autoridades do setor, por meio de audiências públicas virtuais promovidas pelo órgão. 

“Realizamos três audiências em parceria com a Comissão de Cultura da Câmara para escutar as demandas desses profissionais e conseguir respostas. A regulamentação dessa lei é mais um passo da batalha”, afirmou Aladilce.

Conforme a vereadora, o próximo passo é pressionar o Executivo para que o repasse seja feito. “Esse auxílio é uma medida paliativa, pois muitos profissionais passaram por grandes dificuldades nesses 5 meses de parada total das atividades”, destacou a ouvidora, que apontou para a importância da cultura em tempos de isolamento social. “Se não fossem os filmes, a música, os livros, o teatro virtual, o que seria de nós na quarentena?”, indagou.

Cultura

“A pandemia nos mostrou que a cultura é mais importante em nossa vida do que realmente pensamos ser. Mas devemos lembrar que a cultura é importante o tempo todo, e precisa permanecer sempre como uma política social central na vida das pessoas”, acrescentou. 

Aladilce também defenda uma maior valorização da cultura de matriz africana em Salvador, bem como dos seus produtores. “Na pandemia perdemos dois grandes defensores da cultura baiana, Jaime Sodré e Jorge Portugal. Uma forma de honrar as suas lutas é defender a cultura e a arte negras, muitas vezes marginalizadas na própria Salvador, capital mais negra fora de África. Precisamos, por exemplo, repensar as contratações em nossas grandes festas”, finalizou.
 


Fonte da notícia: Diretoria de Comunicação

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