Palavra do Ouvidor

Tânia Palma

Ouvidora Geral da Defensoria Pública do Estado da Bahia

Tânia Palma é natural de Santo Antônio de Jesus, Recôncavo baiano. Assistente Social, já foi presidente da Associação dos Moradores do Nordeste de Amaralina, atuou na Rede Feminista da UFBA, no Movimento de Defesa à Moradia e atualmente é Ouvidora- geral, no segundo mandato, da Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado da Bahia.

1) Qual a importância de uma ouvidoria em um órgão como a Defensoria Pública?

Tânia Palma: É ter uma ouvidoria com a representação na sociedade civil, dialogando e fazendo a ponte entre a instituição e seus assistidos. Esta experiência é rica porque também articula com as organizações da sociedade civil, com a qual a Defensoria não tinha uma ligação muito direta e faz com que a própria instituição possa tomar um rumo melhor no seu papel enquanto garantidora de direitos das pessoas. Essa é uma experiência rica tanto para instituição quanto pra mim, mas a ideia é que a instituição avance muito mais, que ela possa de fato estar voltada com todo o seu planejamento e seu olhar para atender de fato a quem precisa.

2) Quais as principais demandas?

TP: As principais demandas referem-se a processos. Tem também as questões de urgência, como saúde pública, de internação de urgência e de transferência hospitalar. E o grande trabalho de proteção e assessoria é a questão de pensão alimentícia, esse é o que tem o volume muito maior.

3) Como é a estrutura para o atendimento a esse público?

TP: A gente tem uma estrutura de pessoal que fica no atendimento presencial, temos também o atendimento online e por telefone. Nós temos uma ficha que processa a manifestação, e atendendo as pessoas a gente faz uma articulação dentro da instituição ou fora dela , com o intuito de garantir que aquela manifestação tenha resposta.

4) Quantas pessoas trabalham na Ouvidoria?

TP: Nós temos cinco pessoas trabalhando, estamos com uma equipe reduzida.

5) O que considera mais importante para o trabalho de um ouvidor?

TP: Acho que é ter a consciência de que ele tem o papel de acolher as pessoas, independente de quando e de como elas venham, de dar uma resposta, tem que ser atendidas, temos que ouvir as suas demandas, mas elas precisam ter essas respostas. E tem que lutar para garantir o direito das pessoas.

6) Quais são os canais de atendimento?

TP: Atendimento presencial no endereço: Rua Pedro Lessa, nº 123, Canela – atendimento das 08h as 18h, de segunda a sexta-feira. Atendimento online: ouvidoria@defensoria.ba.gov.br e atendimento por telefone: (71) 3117- 6936/ 6952 ou Dique Defensoria 129 - opção 2.

(Entrevista feita por Flávia Porto, estagiária de Jornalismo da Ouvidoria da Câmara em 14.03.2014)

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